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PROJETOS EXECUTIVOS PARA FINS DE HOMOLOGAÇÃO

Informação aeronáutica que compõe os auxílios visuais à navegação aérea composta por todas as luzes de pista de pouso e decolagem, de pista de táxi e de pátio de aeronaves. Devem ser dispostas em pistas destinadas ao uso noturno ou em pistas destinadas para aproximações de precisão diurnas ou noturnas. Devem estar situadas ao longo de toda a extensão da pista e taxi, em duas fileiras paralelas e equidistantes ao eixo. As luzes de borda de pista de pouso e decolagem e borda de pista de taxi devem ser vistas por todos os ângulos no azimute necessários para oferecer orientação a um piloto em qualquer direção.

    Informação aeronáutica que compõe os auxílios visuais à navegação aérea composta por placas ou painéis destinados a fornecer mensagens podendo ser:
  • Placa/Painel de Mensagem Fixa. Sinalização vertical que apresenta somente uma mensagem.
  • Painel de Mensagem Variável. Sinalização vertical capaz de apresentar diversas mensagens predeterminadas ou nenhuma mensagem, se for o caso.

Para heliponto onde existe operação diurno/noturno, é obrigatório a implantação de sinalização de área de pouso. As luzes deverão ser amarelas, distribuídas em torno da área de pouso, com espaçamento máximo entre elas de 5m e no mínimo 5 luminárias para cada lado do heliponto, conforme especificado na portaria 18/gm5 do Ministério da Aeronáutica. Sempre será utilizado na área de pouso do heliponto um numero ímpar de luminárias, nunca poderá ser inferior a 5.

Indicador visual para a direção do vento e indicação genérica para a velocidade do vento. Um aeródromo deve estar equipado com, no mínimo, um indicador de direção de vento. Um indicador de direção de vento deve estar localizado de forma a ser visível para uma aeronave em voo ou na área de movimento e de modo que possa estar livre de efeitos de distúrbios de ar causados por objetos nas redondezas, tem a forma de um cone vazado, feito de tecido, e deve ter uma extensão de, no mínimo, 3,6 m e um diâmetro na maior extremidade, de, no mínimo, 0,9 m. Os rolamentos blindados dos suportes da biruta elevam a sensibilidade e a precisão do seu posicionamento na verdadeira direção do vento. A rotação horizontal total da biruta é de 360° em quaisquer condições climáticas e intensidade de vento.A elevada durabilidade da biruta é garantida pela estrutura de sua armação de alumínio e pelo revestimento especial do cone de nylon, que o protege contra o apodrecimento precoce, mofo e umidade. O cone também possui buracos de drenagem, para evitar o acúmulo de água no fundo e na armação.

O Farol Rotativo proporciona ao piloto mais recursos visuais para localização do aeródromo com maior segurança operacional. Instalado na área do aeródromo ou em suas adjacências de tal modo que não seja encoberto por nenhum obstáculo nas principais direções de aproximação, não ofuscando o piloto nem os operadores da torre de controle. Será controlado pelo operador da TWR ou sala de comunicação e utilizado pelos pilotos das aeronaves na localização do aeródromo.

    O Farol Rotativo de aeródromo tipicamente é formado por um conjunto rotativo e um conjunto ótico com 2 ou 4 lâmpadas de 1000W:
  • Com 2 unidades óticas (02 lâmpadas de 1000W, sendo 01 com lente verde e 01 com lente clara ou sem lente) são instaladas instaladas com 180 graus de separação e possuem circuito elétrico simples, com LIGA/DESLIGA via modo local, modo remoto (chave na TWR) ou modo automático (acionamento por relé foto-elétrico).
  • Com 4 unidades óticas (04 lâmpadas de 1000W, sendo 02 com lente verde e 02 com lentes claras ou sem lentes) são instaladas com 90 gruas de separação e possuem circuito elétrico independente (atuante e reserva), onde cada circuito é composto de uma unidade ótica com lente verde e 01 unidade ótica com lente clara. Na falha de lâmpada do circuito principal, o circuito reserva assume a iluminação acendendo suas 2 lâmpadas, de forma automática.
O Farol Rotativo de heliponto é formado por um conjunto rotativo e um conjunto ótico de circuito elétrico simples, composto de 3 lâmpadas de 1000W, sendo uma lâmpada com lente verde, 1 lâmpada com lente âmbar e 1 lâmpada com lente clara (ou sem lente).

PAPI (Precision Approach Path Indicator, em português Indicador de Precisão de Trajetória de Aproximação), é um sistema de ajudas visuais à navegação aérea, constituído por aparelhos de iluminação (unidades de luz de alta intensidade) com focos calibrados, instalados geralmente ao lado esquerdo da pista, podendo, entretanto, por motivos físicos ser instalado do lado direito. O sistema PAPI também pode ser instalado dos dois lados, ele têm por objetivo informar os pilotos sobre a altitude correta, ou precisa, em que se encontra o avião, quando este faz a aproximação à pista, para aterrissagem.

O PAPI é composto por duas, ou quatro caixas, cada uma contendo um sistema óptico de luzes que alternam entre o branco e o vermelho. São visíveis a 5 milhas (9,3km) durante o dia, e a 20 milhas (37km) à noite. Consoante o ângulo de aproximação do avião com relação a pista, as luzes podem variar entre:

    Sistema de quatro unidades de luz (PAPI)
  • 4 brancas (▭▭▭▭): avião está muito acima do percurso de aproximação (ângulo de descida muito alto)
  • 3 brancas e 1 vermelha (▭▭▭▬): o avião está acima do percurso de aproximação (ângulo de descida alto)
  • 2 brancas e 2 vermelhas (▭▭▬▬): o avião está no percurso de aproximação correcto (ângulo de descida ideal)
  • 1 branca e 3 vermelhas (▭▬▬▬): o avião está abaixo do percurso de aproximação (ângulo de descida baixo)
  • 4 vermelhas (▬▬▬▬): o avião está muito abaixo do percurso de aproximação (ângulo de descida muito baixo)

    Sistema de duas unidades de luz (A-PAPI)
  • 2 brancas (▭▭): avião está bastante acima do percurso de aproximação (ângulo de descida alto)
  • 1 branca e 1 vermelha (▭▬): avião está no percurso de aproximação correcto (ângulo de descida ideal)
  • 2 vermelhas (▬▬): o avião está bastante abaixo do percurso de aproximação (ângulo de descida baixo)

O sistema de pouso por instrumentos, também conhecido pela sigla ILS (do inglês Instrument Landing System) é um sistema de aproximação por instrumentos, que dá uma orientação precisa ao avião que esteja na fase de aproximação final duma determinada pista.

Ele consiste em dois sistemas distintos, um deles mostra a orientação lateral do avião em relação a pista (localizer), e o outro mostra o ângulo de descida, ou orientação vertical (glideslope).

Sistema baseado na transmissão de sinais de rádio que são recebidos, processados e apresentados nos instrumentos de bordo do avião. A aproximação ILS (Instrument Landing System) é também chamada de “Aproximação de Precisão” (Precision Approach), por contar com as informações do Localizador em VHF (Very High Frequency) e do Glide Slope em UHF (Ultra High Frequency), fornecendo informações para o alinhamento com o eixo da pista e com a trajetória correta de planeio para o pouso.

VOR, (Very High Frequency Omnidirectional Range) é um equipamento eletrônico usado na navegação aérea. A rádio ajuda VOR emite dois sinais: um não direccional e outro rotativo (direccional) alinhados com o norte magnético da Terra. Um receptor a bordo da aeronave mede a diferença de fase entre os dois sinais e a converte em graus magnéticos chamados Radiais - estes indicam ao piloto sua localização.

Os sinais VOR não sofrem interferência elétrica da atmosfera e seu alcance máximo de 370 quilómetros dependerá da altitude da aeronave, obstáculos naturais e curvatura da Terra.

A estação VOR é representada nas cartas aeronáuticas por um hexágono, envolto por um retângulo quando estiver acoplado a um equipamento DME.

DME (de Distance Measuring Equipment) é um equipamento de radionavegação que permite determinar a distância de uma aeronave em relação a um ponto rigorosamente localizado no terreno.

O sistema, que opera numa frequência da gama UHF na faixa de 960 MHz a 1215 MHz, determina a distância entre a aeronave e a antena da estação DME através da emissão pela aeronave (o interrogador) de pares de pulsos numa frequência pré-determinada aos quais a estação, através do transponder, responde com pares de pulsos emitidos numa frequência diferente. A diferença de tempo entre a emissão da interrogação e a recepção da resposta do transponder é convertida em distância utilizando um algoritmo adequado. A distância é em geral apresentada em milhas náuticas (nm).

O equipamento de DME pode estar acoplado a um VOR ou associado a um localizador ILS (LLZ), não sendo então necessário o navegador sintonizar a frequência do DME, pois sintonizando a a frequência do VOR ou do LLZ o aparelho automaticamente informa a distância.

O Sistema de Luzes de aproximação (ALS) é utilizado para ajudar a orientar a aproximação da aeronave, bem como melhorar a segurança e a capacidade operacional durante as operações de aproximação e pouso nos períodos noturnos e/ou com baixa visibilidade. O ALS fornece informação visual de alinhamento de pista, percepção de altura, orientação e referências horizontais.

O Sistema de Luzes de Lampejo Sequencial (FLASH) é utilizado para fornecer ao piloto o eixo exato da pista de pouso e decolagem, além de orientação e referências de alinhamento de pista.

Estações que fornecem informações meteorológicas, ampliando o nível de segurança no processo de aproximação das aeronaves nos pousos e decolagens. Oferece aos pilotos e às empresas aéreas informações decorrentes da observação, vigilância e previsão meteorológicas. A partir dessas informações é possível avaliar se o voo sofrerá qualquer tipo de risco ou interferência em função das condições do tempo e do clima. As Estações Meteorológicas de Superfície (EMS) coletam dados representativos das condições meteorológicas no aeroporto e sua vizinhança, dentro de um raio de 16 quilômetros. São equipadas com sensores automáticos e fornecem informações essenciais para o pouso e a decolagem das aeronaves. Essas informações compreendem direção e velocidade do vento, visibilidade, fenômenos de tempo como chuva e nevoeiro, quantidade e altura da base das nuvens, temperaturas do ar e do ponto de orvalho e pressão atmosférica para a aviação.

Estação Prestadora de Serviço de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo é uma autorizada de serviço público pertencente a pessoa física ou jurídica de direito público ou privado, dotada de pessoal, instalações, equipamentos, sistemas e materiais suficientes para prestar, isolada ou cumulativamente, os seguintes serviços: Controle de Tráfego Aéreo (APP e/ou TWR), Informação de Voo (FIS), Informação de Voo de Aeródromo (AFIS), Telecomunicações Aeronáuticas, Meteorologia Aeronáutica, Informações Aeronáuticas e de Alerta; apoiar a navegação aérea por meio de auxílios à navegação aérea; apoiar as operações de pouso e decolagem em plataformas marítimas, ou ainda, veicular mensagens de caráter geral entre as entidades autorizadas e suas respectivas aeronaves, em complemento à infraestrutura de apoio à navegação aérea provida e operada pela União-COMAER-DECEA.

Um radiofarol não direcional, comumente referido pela abreviatura NDB (Non-Directional Beacon), é um radiotransmissor, instalado em uma posição geográfica fixa e conhecida, que emite sinais de radiofrequência em formato LF, MF ou (menos comumente) UHF. A denominação "não direcional" decorre do fato de o NDB emitir sinais rádio em todas as direções (transmissão "circular" ou "em 360 graus"), o que faz com que os NDB sejam classificados como um tipo de radiofarol circular.

A emissão contínua desses sinais permite que indivíduos, edificações e veículos, desde que dotados de um rádio-receptor (fixo, no caso de edificações, ou móvel, no caso de indivíduos e veículos), consigam, na terra, na água ou no ar, identificar o NDB, localizá-lo geograficamente e utilizá-lo como referência para orientação. Em outras palavras: assim como uma bússola magnética comum aponta para o polo norte magnético da Terra, o rádio-receptor dos sinais do NDB funciona como uma espécie de "rádiobússola": uma vez sintonizada em um equipamento NDB, essa "rádiobússola" passa a apontar para a localização do NDB, como se o NDB fosse o "norte". Esse "norte radioelétrico" é denominado norte radiogoniométrico.

Os radiofaróis não direcionais, apesar do aparecimento dos equipamentos de navegação eletrônica (como GPS e GLONASS), ainda são bastante utilizados face às distorções ou blackouts que ocorrem em equipamentos que emitem sinais acima da ionosfera. Sua principal utilização é para a navegação aérea, sendo comum a instalação de estações NDB nas proximidades de aeródromos e em pontos específicos ao longo das aerovias mais utilizadas.

Como serviço adicional, está a ser adicionado ao sinal dos radiofaróis não direcionais a informação corretora dos sinais dos sistemas de navegação por satélite, o que permite a utilização dos NDB em modo diferencial e em muito melhora a confiabilidade e precisão desses equipamentos.

 
 

ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA

  • Visitas técnicas e estudos preliminares para viabilização e implantação de sistemas de sinalização luminosa (balizamento noturno) para aeródromos.
  • Orientações práticas para as obras civis de engenharia.
 
 

INSTALAÇÃO ELÉTRICA, MONTAGEM, COLOCAÇÃO EM OPERAÇÃO E COMISSIONAMENTO

  • Sistema de Sinalização Luminosa de Aeródromos
  • Sistema de Sinalização Vertical - Placas de Sinalização Vertical Luminosa (Fluorescente - LED)
  • Sistema de Sinalização Luminosa de Helipontos e Heliportos
  • Sistema Indicador de Direção do Vento - BIRUTA
  • Farol Rotativo de Aeródromo e Heliponto
  • Sistemas Visuais Indicadores de Rampa de Aproximação – PAPI e A-PAPI
  • Sistema de Pouso por Instrumento – ILS
  • Sistema de Rádio-Farol em VHF – VOR/DME
  • Sistema de Luzes de Aproximação – ALS
  • Estação Meteorológica de Superfície – EMS
  • Estação Permissionária de Telecomunicações de Tráfego Aéreo – EPTA
  • Rádio-Farol Não-Direcional– NDB
 
 

MANUTENÇÃO

  • Materiais e equipamentos para Sistema de Balizamento de pistas
  • Materiais e equipamentos para Subestação
  • Materiais e equipamentos para Auxílios Visuais
  • Materiais e equipamentos para EPTA-A